sábado, 31 de maio de 2014

JARDIM - FAZENDO A ADUBAÇÃO

JARDIM - FAZENDO A ADUBAÇÃO


















Recomendação de adubação para plantio de covas e canteiros

a) Plantas ornamentais arbóreas e arbustivas
a.1) Covas nas dimensões de 60x60x60 cm:
- Calcário: de acordo com a análise do solo.
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 20 litros/cova;
esterco de galinha: 5 litros/cova
- Adubação fosfatada: 1500 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.
- Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 200g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).

a.2) Covas nas dimensões de 40x40x40 cm:
- Calcário: de acordo com a análise do solo.
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral: 12 litros/cova; esterco de galinha: 3 litros/cova
- Adubação fosfatada: 900 g/cova de fosfato natural ou farinha de ossos.
- Adubação mineral: após o pegamento das mudas, aplicar 120g/cova da mistura NPK (4-14-8+Zn).
b) Canteiros ornamentais
- Calcário: de acordo com a análise do solo.
- Matéria orgânica: composto ou esterco de curral 200 g/m 2 , esterco de galinha 60 g/m 2  .
- Adubação fosfatada: superfosfato simples: 50 g/m 2
- Adubação mineral: mistura NPK (4-14-8+Zn): 50 g/m 2

Durante o período chuvoso, aplicar 10 g de uréia dissolvidas em 20 litros de água, por m 2 de canteiro.

Adubação de reposição (manutenção)

Recomendações:

Árvores e arbustos bem desenvolvidos: 300 g/planta de uma mistura NPK (10:10:10, 4;14:8, etc.) na época das chuvas. Aplicar o adubo em toda a área de projeção da copa, se possível, incorporado e irrigando. 

Gramados: 50 g/m 2 da mesma mistura anterior (NPK), por duas vezes, durante a primavera/verão.

Canteiro de flores: 50 g/m 2 de uma das formulações, por duas vezes, durante a primavera/verão. Aplicar a lanço, incorporar e irrigar.

JARDIM - PREPARANDO O SOLO

JARDIM - PREPARANDO O SOLO














Limpeza

Realizar a capina, tomando-se o cuidado de eliminar radicalmente as espécies invasoras, principalmente a tiririca, tomando-se o cuidado de não cortar apenas, mas também eliminar as raízes. Retirar restos de construção, entulhos, pedras, etc.

Formigas

Verificar a existência de formigueiros na área a ser ajardinada. Se forem encontrados, devem ser extintos. O uso de produtos químicos deve ser realizado por um profissional especializado.

Escarificação

Consiste em revolver o solo em toda a sua superfície, a uma profundidade de 20-30 cm, com o cuidado de desfazer bem os torrões e deixar o solo bem solto.

Nivelamento

O nível da superfície do terreno deve ser acertado e corrigido de acordo com os níveis das construções e caminhos existentes ou projetados.
Considerar a necessidade de escoamento das águas de chuva, evitando, assim, a formação de poças ou mesmo o alagamento de algumas áreas do terreno.

Canteiros/Covas

No preparo do solo para plantio, pode-se fazer covas, canteiros ou sulcos, dependendo da espécie e da finalidade. Para o plantio de árvores e palmeiras, recomenda-se abertura de covas de dimensões 60x60x60 cm, ao passo que para o plantio de arbustos, arbustivas e trepadeiras, as covas deverão ter dimensões 40x40x40 cm. Para o plantio de forrações e espécies herbáceas, geralmente se faz o preparo de canteiros e, nesses, então, são abertas pequenas covas com auxílio de sacho ou pazinha de jardim. Para a formação de cercas-vivas, recomenda-se a abertura de sulcos, pois o espaçamento de plantio é bastante reduzido.

À terra retirada das covas deve-se misturar o calcário, esterco e adubo (superfosfato simples). 
Essa mistura deve ser recolocada na cova ou
sulco e deixar por 10 a 15 dias. Só então proceder ao plantio.

JARDIM - DICAS SOBRE O SOLO

JARDIM - DICAS SOBRE O SOLO














É a parte superficial da crosta terrestre e tem sua origem na
decomposição de rochas e minerais. Em relação às plantas, tem como
função primordial fornecer nutrientes e servir de suporte às raízes.


Textura

Diz respeito à distribuição das partículas que formam um solo (areia,
silte e argila). De acordo com os percentuais de cada uma delas, tem-se:
•  Solo de textura arenosa: menos de 15% de argila,
•  Solo de textura média: de 15 a 35% de argila,
•  Solo de textura argilosa: mais de 35% de argila.


Como determinar a textura do solo:

- Solo argiloso: liso e pegajoso. O solo argiloso é formado de
partículas minúsculas que absorvem umidade, tornando-o pesado e
pegajoso. Embora difíceis de serem trabalhados, costumam ser bastante
férteis.
- Solo arenoso: seco e solto. O solo arenoso seca rapidamente e não
retém bem os nutrientes. Precisa de maior manutenção do que o argiloso,
mas, inicialmente, é mais fácil de ser trabalhado.

Nutrientes

São os elementos de que as plantas necessitam nos seus processos
vitais. São divididos em macronutrientes e micronutrientes.

Macronutrientes

São aqueles requeridos em grandes quantidades: C- carbono, H-
hidrogênio, O-oxigênio; N-nitrogênio; P-fósforo; K-potássio; Ca-cálcio;
Mg-magnésio e S-enxofre.

Micronutrientes

São aqueles requeridos em pequenas quantidades: Cl-cloro; Fe-ferro;
Cu-cobre; Zn-zinco; Mn-manganês; B-boro; Mo-molibdênio e Co-cobalto.

pH do solo

Está relacionado com o índice de acidez, variando segundo a escala
abaixo:
0-------------------------------7----------------------------------14
pH ácido pH neutro pH básico

Cada espécie vegetal tem uma faixa de pH do solo na qual seu
desenvolvimento é ótimo. De maneira geral, pode-se dizer que a maioria das
plantas prefere solos com pH na faixa de 4,0 a 7,5.


Calagem

É uma prática de manejo da fertilidade do solo que consiste na
aplicação de calcário, com o objetivo de eliminar ou minimizar os efeitos
prejudiciais da acidez e fornecer cálcio e magnésio para as plantas.

Tipos calcário:
- Calcíticos: possuem cálcio,
- Magnesianos: possuem magnésio,
- Dolomíticos: possuem cálcio e magnésio.

Época de calagem: 
A calagem deve ser feita de 60 a 90 dias antes do
plantio. Esse período é necessário para que a acidez do solo seja corrigida,
deixando o solo adequado para o desenvolvimento das plantas.


A dosagem a ser aplicada depende do tipo de solo e da análise
química do mesmo, feitas em laboratório.
Aplicação de calcário: dependendo da área, pode-se fazer a aplicação
do calcário manual ou mecânica. A distribuição manual é feita a lanço e
deve-se procurar espalhar o mais uniformemente possível. 
A distribuição
mecânica é feita por distribuidora centrífuga à tração mecânica.
Incorporação do calcário: o calcário deve ser incorporado a uma
profundidade de 15 a 20 centímetros. A incorporação deve ser uniforme
para permitir boa eficiência do calcário. A incorporação pode ser feita por
gradagem ou manualmente utilizando enxadas.

Adubação

Consiste na incorporação de nutrientes ao solo com o objetivo de
melhorar sua qualidade. Existem diferentes tipos de fertilizantes fornecedores de nutrientes:

a) Fertilizantes ou adubos minerais simples: podem ser
classificados em :
Nitrogenados: contêm nitrogênio(N), que atua no crescimento das
plantas. Ex.: sulfato de amônio, uréia, salitre do Chile e nitratos em geral.
Fosfatados: contêm fósforo(P), que atua no crescimento das raízes,
crescimento das plantas, floração e frutificação. Ex.: superfosfato simples e
superfosfato triplo.
Potássicos: contêm potássio(K), que atua na produção de flores, bem
como na resistência da planta ao aparecimento de doenças. Ex.: cloreto de
potássio, sulfato de potássio.

b) Fertilizantes ou adubos mistos: são aqueles resultantes da
mistura de dois ou mais fertilizantes simples (nitrogenado, fosfatado e
potássio). São representados pela letra símbolo de cada elemento, sendo o
mais comum o NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), nas formulações
percentuais: 4-14-8; 20-5-20 e 10-10-10.

Obs.: Existem no mercado alguns fertilizantes comercializados na
forma líquida.

c) Fertilizantes ou adubos orgânicos: podem ser de origem vegetal
ou animal, contendo um ou mais nutrientes. Ex.: farinha de ossos, farinha de
sangue, tortas vegetais (soja, algodão, mamona, girassol ou amendoim),
esterco de bovino, esterco de galinha e húmus de minhoca.

d) Composto orgânico: é formado pela decomposição de material
vegetal como mato, palhas, folhas, restos de roça, restos de gramado, restos
de cozinha, estercos diversos e até mesmo cinza.

Preparo do composto orgânico

1. Amontoar o material vegetal em pilhas de seção trapezoidal, intercalando uma camada de restos vegetais com uma fina camada de material inoculante (esterco), tendo-se o cuidado de molhar cada camada. A
pilha deve apresentar cerca de 3,0 m largura na base inferior, 1,5 m de altura e comprimento variável, de acordo com a disponibilidade de material.

2. Manter o material sempre úmido, molhando-o pelo menos uma vez por semana.

3. A cada 15-20 dias, picar e revolver o material formando uma nova pilha.


4. Aos noventa dias aproximadamente, o material estará curtido e transformado em matéria orgânica. O produto final deve ter a cor escura, ser rico em húmus, moldável quando apertado entre as mãos, cheiro de terra e temperatura baixa no interior do monte.

JARDINAGEM NOÇÕES IMPORTANTES

JARDINAGEM NOÇÕES IMPORTANTES


















A horticultura é a parte da Agricultura dedicada à ciência (ou arte)
de cultivar o hortus, expressão latina que significa jardim. A formação da
palavra Horticultura reflete sua origem. O horto – ou jardim – era o espaço de terreno fechado junto à residência destinado ao cultivo de frutas,
legumes, temperos, ervas medicinais e também de flores.

Assim, antes de chegar a sua função, o jardim teve primeiro uma utilidade prática.

Com o avanço do conhecimento e o interesse em aumentar a produtividade dos cultivos, o antigo horto foi dividido em três áreas específicas, surgindo o pomar, a horta e o jardim propriamente dito.

Assim sendo, nesse jardim cada planta tem um valor estético a ser destacado. O caráter ornamental pode estar nas flores, como nas rosas, na
disposição matemática das folhas, como na e cheveria no caule escultural do umbu ou até mesmo no perfume agradável das inflorescências do capim-limão nos campos de pastagem.

A característica mais importante para que uma planta cumpra a sua função ornamental é seu aspecto saudável, atestando estar bem nutrida e
hidratada, sem doenças ou pragas.

Este boletim vem, então, suprir a necessidade de informações básicas sobre a jardinagem caseira ou profissional, para se obter um jardim saudável
e bem cuidado.

PLANEJANDO SEU JARDIM

PLANEJANDO  SEU  JARDIM













Cada  Jardim  possui  Identidade  própria, que  irá
refletir  o  gosto  pessoal  do  dono. Na  composi-
ção  do seu jardlm, a escolha  das  plantas, o  local, a
distribuição interna, a  posição  em  relação  à  trajetória
do  sol  etc, são  fatores  que  devem  ser  conslderdos,
como  também  a  combinação  de  cores, a  visão  geral
do  Jardim, a  harmonia  entre  a  vegetação  já  existente  e a  casa,  entre  outros.

A  seguir  algumas  dicas:

- Buscar  sempre  harmonia  com  a  paisagem  local;

- Colocar  os  canteiros  floridos  próximos  das  áreas  da
casa,  onde  as  pessoas  passam  a  maior  parte  do  tempo.
Ex:  Entradas  próximas  à  garagem,  ao  redor  de  varandas, e áreas  de  lazer.

- Colocar  os  gramados  ao  redor  de  áreas  de  uso  para
lazer.
Ex:  piscinas,  quadras  de  esportes,  playground;

- Para  quebrar  a  monotonia  dos  gramados; usar  canteiros  com  palmeira  de  leque  (Latêmla  lantaroides)  ou
falsa  latânla  (Livistonia  chinensis)  com  bordaduras  de
hemeocale;

- As  áreas  mais  íntimas  da  casa  podem  ser  protegidas
com  cerca-viva.  Ex:  Divisão  de  terraços  com  quartos,
separados  de  área  de  playground  com  piscina,  gara-
gem  e  cozinha;

- Observar  a  necessidade  de  obras  de  Infraestrutura
como:  drenos,  valetas  de  Infiltração,  tubulações  diversas
etc;

- Observar  a  proximidade  de  pontos  de  água  e  de
energia  elétrica  (uso  de  cortadores  de  grama);

- Na  combinação  das  espécies,  evitar  diversificar  de mais  as  plantas  que  produzem  flores  na  mesma  época;

- Procurar  a  harmonia  do  Jardim,  levando  em  conta  a
vegetação  nativa  da  região  e  as  condições  do  local;


EX: Jardins  nas  cidades  grandes; use  plantas  mais
resistentes  à  poluição  e a  variações  climáticas  como
a  Azaléia,  Hibiscos,  Bauhínia,  Hermacole  e Agapanto;

.  Jardim  a  beira  mar; use  espécies  tropicais  como
coqueiros,  palmeiras  e  flores  como:  Estreiltzia  e
Helicônia;

.  Jardins  nas  montanhas  - use  arbustos  de  folha-
gens  exuberantes  e  resistentes  como: Pinheiro,
Cedrlnho,  Hibiscos,  Latônla  e  Amor-Perfeito;

-Ter  sempre  espécies  de  porte  diferente:  árvores,  pal-
meiras,  bambus,  arbustos,  trepadeiras,  flores,  gramados;
buscando  mais  hamonia  no Jardim;

- As  árvores  devem  vir  ao  fundo;

- Os  arbustos  logo  após  e  os  gramados  e  canteiros  bem
na  frente.  Isto  faz  com  que  você  tenha  uma  visão  global
e  dá  Impressão  de  profundidade.

MÉTODOS DE PROPAGAÇÃO DAS PLANTAS E PRODUÇÃO DE MUDAS

MÉTODOS  DE  PROPAGAÇÃO  DASPLANTAS  E  PRODUÇÃO  DE  MUDAS.













Propagação:


Chamamos  de  propagação  o  método  pelo  qual  a  planta  se  reproduz.  dando  origem  a  outra  planta  com  as mesmas  características  da  original.  Os  métodos  mais utilizados  são:  
por  semente, por  estacas  ou  ramos.

Por  sementes:  A  maioria  das  plantas  se  reproduz  por este  método. O mais  comum  na  Jardinagem.  


A  propagação: Este  método  apresenta  a  vantagem  adicional  de  a  semente  funcionar  como  um "filtro"  para  algumas pragas  e  doenças.


Por  estacas:  As  estacas  devem  ter  aproximadamente  20cm  (o  tamanho  de  um  lápis)  e  conter  pelo  menos  3 gemas.  Devem  ser  enterradas  de  maneira  Inclinada  (aproximadamente  45  graus)  e o  corte  deve  ser  feito  em  bisel.


Produção  de  muda:

Bandejas  de  Isopor:  As  bandejas  de  Isopor  contêm  diversas  células  em  vários  tamanhos  e  servem  para  semear  flores  anuais  e  mudas  de  pequeno  porte.  Recomenda-se  usar  as  de  126  células.  Apresentam  a  vantagem de  permitir  que  cada  plantinha  tenha  seu  espaço  e
possa  desenvolver  seu  sistema  radicular. sem  concorrência. além  de  permitir  o  transplante  sem  traumatismo  às  mesmas.

Substrato: O  material  utilizado  nas  bandejas  para
produzir  as  mudas.  Existem  várias  marcas comerciais  no mercado.  todas  elas  apresentam  propriedades  Idênticas.

Vantagens  do  substrato:
·  Permite  a  melhor  absorção  da  água  e  dos elementos minerais;
·  Impede  a  compactação,devido  à  ação  da  vermicultura expandida;
·  Possui  certa  esterilidade  quanto  a  micro organismos nocivos  (fungos.  bactérias.  etc)  e  está  livre  de  sementes de  ervas  daninhas;
·  Possui  elementos  minerais  necessários  à  germinação  e crescimento  das  plantas.

Estufa: A  estufa além  de  proporcionar  proteção  contra as  chuvas  e a  variação  de  temperatura.  quando  feita com  sombrite.  fornece  controle  de  iIuminação.  protegendo da  incidência  direta  de  raios  solares.  o  que  causaria queimaduras  em  plantas  de  sombra  e  meia-sombra. utilizada  quando  os  interessados  pretendem  produzir
mudas  sob  condiçães  adversas.  Consiste  em  construir uma  pequena  estrutura  de  bambú.  madeira  ou  terro  e recobrir  esta  estrutura  com  plástico  apropriado  (poli  etileno aditivado).  O  tamanho  deve  ser  proporcionai  às necessidades  de  produção  de  mudas.

Os  benefícios  desta  prática são:

·  Controle  da  temperatura  Ideal  para  a germinação:
20 R Ca23 R C;
·  Controle  da  umidade  relativa  *  70%
·  Controle  d,a  ógua.  evitando-se  o  e)(exceso  causado  por chuvas;
·  Melhoria  da  qualidade  das  plantas  produzidas.




PLANTIO E OS PRIMEIROS CUIDADOS

PLANTIO  E  OS PRIMEIROS  CUIDADOS

















Antes  da  operação  de  plantio.  alguns  procedi-
mentos  devem  ser  observados.

Planejamento


É  uma  fase  multo  Importante  da  jardinagem.  Neste  momento  é  que  todos  os  desejos  e  gostos  pessoais  do Interessado  começam  a  sair  das  Idéias  para  tomar  formas  mais  concretas.adequando-se  ao  local  onde  se pretende  construir  o  jardim.

Comece  fazendo  um  croqui  da  área  em  questão.  procurando  dar  uma  visão  de  como  ficarão  distribuídos  os espaços internos  do  jardim: grupos  de  plantas.  canteiros  de  flores.  gramado. caminhos  de  circulação.  entrada etc...  Tudo  Isto  com  relação  à  disposição  da  casa  e  suas
dependências.

Conhecer  em  que  local  e  que  espécies  ou  variedades de  plantas  irão  compor  o  jardim.  assim  como  seu  cicio,seu  porte,composição  de  cores  etc  são  dados  Importantes  que  deverão  ser  observados  na  hora  do  planejamento.  
Vale  lembrar  que  plantas  mais  altas  ou  maiores
devem  ficar  mais  afastadas  da  casa  e  da  piscina.  Árvores
como  Flamboyant  esibipiruna  podem  provocar  rachaduras nas  estruturas  e  com  certeza  Irão  dificultar  os  trabalhos de  limpeza  da  piscina  e  das  calhas  da  casa.  Procure uma  harmonia  visual  entre  a  casa  e o  Jardim,  escolhendo
espécies  que  se  adaptem  facilmente  ao  clima  da  região.

JARDIM COMO UM ÓTIMO HOBBY

JARDIM COMO UM ÓTIMO HOBBY




Rosas ,  orquídeas ,  flores  do  campo,  árvores,  arbustos
e  uma  Infinidade  de  outras  espécies  estão
presentes  no  nosso  dla-a-dla,  direta  ou
Indiretamente.  Quem  não  fica  maravilhado  ao  contemplar
um  belo  buquê  de  rosas  vermelhas,  ou  um  lindo  vaso
com  exuberantes  violetas  sob  a  sacada  de  uma  janela?

Ou  um  garboso  jardim  em  frente  de  uma  casa,  onde  a
Imaginação,  o  bom  gosto  e o  prazer  de  seu  dono  estão
refletidos  em  suas  cores,  harmonia  e  simplicidade?  Ao
produtor  que  visa  ao  prazer  em  seu  hobby,  são
recomendados  procedimentos  técnicos,  que  Irão  con-
tribuir  para  o  sucesso  nesta  atividade.
O  preparo  do  solo,  a  escolha  das  espécies,  a  formação
das  mudas,  os  tratos  culturais  e  demais  métodos  serão
tratados  aqui  com  a  maior  simplicidade  possível,  para
que  o  Iniciante  nesta  atividade  tenha  facilidade  de
entender  e  por  em  prática  estes  conhecimentos.
Um  belo  Jardim  não  é  fruto  do  acaso.  Depende  de  um
planejamento  minucioso,  que  Integrará  seus  diferentes
componentes  entre  si  e o  meio  que  os  rodeia.  Planejar
um  Jardim  é  mais  do  que  organizar  plantas.  É  um  exercício
de  criação  e  aprendizado  com  a  Natureza.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

O JARDIM COMO UM TODO

O JARDIM COMO UM TODO











Antes de iniciar o plantio do jardim, é preciso verificar as condições do local, para que o jar-
dim tenha um planejamento correto e as espé cies escolhidas sejam adequadas ao ambiente.
A iluminação é um fator limitante para o crescimento e a reprodução das plantas. Temos de
estudar a incidência de sol durante os vários períodos do ano, pois é isso que permite que
algumas plantas se adaptem ou não ao local. Além da determinação dos pontos cardeais
(Norte, Sul, Leste, Oeste), é preciso verificar a existência de cons truções, muros, árvores
e declives do terreno, fatores que alteram as condições de luz, temperatura, umidade e
ventilação do local.
Algumas normas devem ser seguidas na hora de plantar.
Com o auxílio de uma bússola, devem-se localizar o Norte e as outras posições geográfi-
cas, ou, então, de uma forma mais simples:
•  estendendo o braço direito em direção ao sol nascente, temos o Leste;
•  em oposição, o braço esquerdo estendido indicará o Oeste;
•  à frente, teremos o Norte;
•  e, às nossas costas, o Sul.
É bem simples. Mas é preciso, antes, determinar um ponto fixo, que pode ser a casa, uma
árvore, ou qualquer construção ao redor da qual se deseja plantar.

A face leste é a mais privilegiada, pois, quando o sol nasce, a tempera tura é amena. Essa

situação permite que a umidade do solo se man tenha por mais tempo. Há plantas que pre-
cisam da incidência direta do sol por 2 a 4 horas, de temperaturas amenas e de umidade
modera da no solo. É o caso das folhagens, por exemplo. Se quisermos um canteiro de
antúrios, lírios da paz, marantas, ou mesmo flores, como as marias-sem-vergonha, que são
sensíveis ao sol quente, é melhor plantá-los na posição do sol nascente, ou seja, a leste.





A face oeste, do sol poente, é mais quente, uma vez que a temperatu ra se “acumula” nos

minerais do solo, fazendo a água evaporar mais depressa. Assim, somente as plantas que
possuem raízes e folhas mais resistentes podem se adaptar a essas condições. Outras es-
pécies, se plantadas nesses locais, precisarão de regas mais constantes. Os arbustos, como
azaléias, hibiscos, pingos-de-ouro, ou plantas resistentes à seca, como cactáceas e suculen-
tas, se adaptam com faci lidade às condições do sol poente.

A face norte é a mais ensolarada durante o inverno. Isto faz com que seja a ideal para o

plantio de hortaliças, pois, mesmo nos meses frios de junho e julho, as plantas terão mais
calor junto ao solo, permitin do a germinação e o crescimento, se irrigadas. A face norte
também é ideal para o plantio de espécies que florescem durante o ano inteiro. É o caso
das roseiras, cuja poda é feita a partir do dia 23 de junho. A partir dessa data, os dias se tor-
nam mais longos e ensolarados, o que faz com que elas floresçam mais. As plantas típicas de
inverno, como petúnias, begônias, sempre floridas, hortênsias, entre outras, têm flo ração
mais abundante, se expostas à face norte.

A face sul do terreno, ao contrário da face norte, é a mais sombrea da e fria. Diz a sabedo-

ria popular que o joão-de-barro nunca constrói o seu ninho voltado para o sul, para evitar
os ventos frios, que sopram principalmente nas madrugadas.
Também as folhagens se ressentem do frio. As folhas das samam baias, por exemplo, a 5ºC
começam a amarelar e a secar. Plantas como antúrios, jibóias e comigo-ninguém-pode não
devem ficar sujeitas a correntes de ar frio. Outras plantas, no entanto, como árvores e ar-
bustos, que têm ramos e troncos lenhosos, podem se adaptar com mais facilidade a essas
condições.
Se observarmos esses princípios básicos, as chances de sucesso serão maiores, pois os
danos e as condições impróprias, que dificultam o crescimento dos vegetais e favorecem o
ataque de pragas e doenças, que, por sua vez, atingem normalmente as plantas mais fracas,
estarão sendo evitados.








PLANTIO DE BULBO PASSO A PASSO

PLANTIO DE BULBO PASSO A PASSO


Material necessário:

. 1 Vaso plástico ou cerâmico de pelo
menos 30cm de altura;
.Substrato FLORES E FOLHAGENS o
que baste para encher o vaso;
. Pazinha de jardinagem;
. Manta de drenagem;
. Argila expandida ou cacos de telha
para drenagem;
. Bulbo de boa procedência.












Passo 1 - Montando o sachê de drenagem

. Coloque os cacos de telha num quadrado
de 30x30cm de manta de drenagem.








. Amarre com barbante ou arame fazendo um
sachê. Esse método de drenagem de vasos é
útil quando da necessidade de se refazer o
vaso ou transplante da planta.








Passo 2 - Plantando

. Coloque o sachê no fundo vaso. Certifique
que o vaso esteja furado.












. Coloque o SUBSTRATO FLORES E FOLHAGENS
até o ponto que o bulbo fique com o broto na
borda do vaso - veja foto.













. Preencha com SUBSTRATO até a borda,
deixando o broto do bulbo para fora















. Agora é só manter o substrato
umido - não encharcado.
. Não é necessário fazer adubação
complementar
. Acompanhe a planta e observe a
presença de pragas.






FORMAÇÃO DE CANTEIROS DE FLORES

FORMAÇÃO DE CANTEIROS DE FLORES



Para formar canteiros exuberantes e
sadios use SUBSTRATO FLORES E
FOLHAGENS sem mistura alguma.

Basta fazer uma camada de 25cm de
altura e plantar as Mudas.
Não é necessário fazer adubação
complementar por 6 meses.

A dosagem é de 2 sacos de 20kg de
SUBSTRATO FLORES E FOLHAGENS
para formar 3m2 de canteiro.
É aconselhável que o solo, abaixo da
camada, seja tratado
com COMPOSTO ORGÂNICO.











Na produção de MUDAS


Profissionais e amadores utilizam o
SUBSTRATO FLORES E FOLHAGENS
para produzir grandes ou pequenas
quantidades de belíssimas e sadias
mudas - tanto para fins comerciais
quanto para hobby.
Você pode cultivar touceiras,
estacas, pequenas mudas, cactus,
rizomas, bulbos... diretamente no
SUBSTRATO FLORES E FOLHAGENS.
JÁ VEM ADUBADO
O SUCESSO É GARANTIDO !!!











No Plantio de Vasos

O SUBSTRATO FLORES E FOLHAGENS
 é completo, tanto na
extrutura quanto na adubação, para o
plantio de flores, inclusive BULBOS,
e folhagens em vasos e floreiras.
Utilize-o sem mistura alguma para
manter e cultivar exemplares
invejáveis por muito tempo sem a
necessidade de técnicas especias
ou experiência na jardinagem.













O QUE É SUBSTRATO

O QUE É SUBSTRATO













Substrato é todo o material utilizado como meio de germinação,
manutenção e crescimento de plantas, que não seja terra (solo).
Importante observar que qualquer produto que contenha TERRA em sua
formulação NÃO É SUBSTRATO
No Brasil o primeiro substrato agrícola foi comercializado em 1982. Mais
de 20 anos depois os substratos são materiais imprescindíveis na
agricultura moderna. Há razão de 10 anos os substratos agrícolas tiveram
suas fórmulas adaptadas para o uso em jardinagem, nos projetos
paisagísticos e na construção de campos esportivos.
Os substratos são constituídos de uma mistura balanceada de materiais
orgânicos e/ou minerais que têm a função de garantir uma boa e uniforme
germinação, proporcionar condições ideais para o perfeito enraizamento,
reter água apenas o necessário e permitir a disponibilidade de
nutrientes.
Para que as condições ideais de cultivo sejam atendidas os substratos
precisam ser formulados de maneira que as principais características
estejam em equilíbrio:
Físicas: Textura e densidade que permitam um suporte firme e uma boa
relação drenagem / aeração determinando uma relação ideal de ar / água
que é fundamental para a formação das raízes e conseqüentemente na
qualidade da nutrição das plantas.
Químicas: pH e índice de sais suportáveis e em níveis adequados para que
os nutrientes possam ser absorvidos pelas plantas.
Biológicas: Conter material orgânico suficiente de forma que possa
conter e mineralizar nutrientes.
É importante ressaltar que as plantas retiram do substrato, através das
raízes, os nutrientes necessários para a sua manutenção e crescimento.
Os SUBSTRATOS têm a composição exata para que as condições de
cultivo sejam atendidas.
Outras vantagens no uso dos SUBSTRATOS é que suas características
físicas, químicas e biológicas são estáveis e uniformes, além de serem
Isentos de patógenos, pragas e plantas daninhas.